IMC elevado: o que fazer quando o índice indica sobrepeso ou obesidade?

Veja o que determina um IMC elevado e que medidas tomar a partir dali
IMC elevado

Quando se fala em obesidade, é inevitável falar também em IMC (Índice de Massa Corporal), principal indicador para avaliar em que condição a pessoa se encontra conforme seu peso. Mas o que significam seus resultados?

Quando se pode considerar o IMC elevado

O IMC é calculado dividindo o peso (em quilos) pelo quadrado da altura (em metros), estipulando as seguintes classificações:

– Baixo peso: quando o IMC é inferior a 18,5, a pessoa está abaixo do peso recomendado, o que pode indicar desnutrição ou outros problemas de saúde.

– Peso normal: IMC entre 18,5 e 24,9. Essa faixa é considerada saudável, pois está associada a menores riscos de doenças relacionadas ao peso.

– Sobrepeso: IMC entre 25 e 29,9, patamar que, embora ainda não seja obesidade, aumenta o risco de doenças cardiovasculares e outros problemas metabólicos.

– Obesidade grau 1 (moderada): IMC entre 30 e 34,9. Já representa obesidade e pode estar associado a complicações de saúde, exigindo atenção para controle do peso.

Obesidade grau 2 (severa): se o IMC fica entre 35 e 39,9, representa riscos mais elevados de doenças como hipertensão, diabetes tipo 2 e problemas cardíacos.

Obesidade grau 3 (mórbida): IMC igual ou superior a 40. Nessa fase, há alto risco de complicações graves, exigindo algum tipo de intervenção o quanto antes.

O que fazer ao constatar o IMC elevado

Uma vez que a obesidade foi constatada, é chegada a hora de mudar de vida em diversos sentidos:

Dieta equilibrada

A alimentação saudável é essencial no tratamento da obesidade. Reduzir o consumo de alimentos ultraprocessados, açúcares e gorduras saturadas ajuda no controle do peso.

Priorizar alimentos ricos em fibras, proteínas magras e gorduras saudáveis melhora o metabolismo e proporciona saciedade. Além disso, uma dieta equilibrada deve ser sustentável, garantindo resultados a longo prazo sem causar restrições excessivas.

Exercícios físicos regulares

A prática de atividades físicas auxilia na queima de calorias, melhora a saúde cardiovascular e contribui para a manutenção do peso saudável.

Caminhada, corrida, musculação e exercícios aeróbicos são algumas opções recomendadas. A escolha do tipo e da intensidade dos exercícios deve ser feita com orientação profissional, respeitando as condições e limitações individuais.

Medicamentos para obesidade

Em alguns casos, o uso de medicamentos pode ser indicado para auxiliar na perda de peso, atuando no controle do apetite ou na redução da absorção de gorduras.

No entanto, os remédios devem ser sempre prescritos por um médico, sendo um complemento a hábitos saudáveis e nunca uma solução suficiente por si só.

Cirurgia bariátrica

Quando as alternativas acima já foram tentadas sem sucesso e a obesidade coloca a saúde em sério risco, a cirurgia bariátrica pode ser recomendada – via de regra, para quem apresenta obesidade grau 2 ou 3.

Vale lembrar que é um método que altera o tamanho do estômago e a configuração do intestino e exige mudanças irreversíveis para o futuro.

Embora o IMC seja um bom parâmetro inicial, deve ser complementado com avaliações médicas para um diagnóstico mais preciso da obesidade.

Pois o NTCO (Núcleo de Tratamento e Controle da Obesidade) apresenta como diferencial especialistas nas mais diferentes áreas para suporte a quem precisa superar a obesidade. Agende sua consulta e receba os melhores cuidados!

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