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06/07/2020 Fala Equipe

Adriano Rios – cirurgião do NTCO

O tratamento da obesidade deve deixar de ser encarado como apenas um ajuste no balanço energético dos pacientes que sofrem dessa enfermidade. Tratando-se de um problema que compromete o bem-estar nas esferas física, psicológica e social, precisamos, sempre, criar uma abordagem com protocolo multidisciplinar (endocrinologista, pneumologista, cardiologista, ortopedista, psiquiatra, dentre outros) e interdisciplinar (psicólogos, nutricionistas, fonoaudiólogos, fisioterapeuta e educador físico).

O intuito é criar um programa dinâmico e revisionado periodicamente a fim de criar hábitos e mudanças de comportamento mais adequados. Medicações poderão ser usadas a critério médico, lembrando que novas classes de substâncias tem surgido (análogos de GLP, inibidores de enzima DPP-4, associações de diversos reguladores de apetite e saciedade) com resultados promissores.

Enfim, apesar de não poder “culpar” alguém por ter uma DOENÇA, podemos e devemos criar empatia com o DOENTE, fazendo que saia do ciclo vicioso do perde e reganha de peso.

 

 

Adriano Rios é cirurgião do aparelho digestivo e diretor do Núcleo de Tratamento e Cirurgia da Obesidade


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01/07/2020 Fala Equipe

Hélder Farias – psicólogo do NTCO

Não é muito raro ouvir as pessoas fazerem piadas com quem está acima do peso ou tratar quem é obeso com preconceito. Na nossa sociedade, muitos pensam, às vezes por enxergar o problema de fora, através da expressão do corpo, que quem convive com a obesidade não se esforça o suficiente para mudar a situação. E, assim, denomina o obeso como preguiçoso por optar fazer a cirurgia bariátrica, mas é necessário entender os diversos fatores envolvidos para aqueles que estabelecem uma relação intensa com a comida. Neste sentido, percebe-se que o caminho entre o jeans 56 e o jeans 38 pode ser carregado de sofrimento para quem deseja traçá-lo.


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09/04/2020 Notícias

Carolina Campos Assessoria de Imprensa

Um em cada cinco brasileiros sofre de obesidade. A doença, que é considerada crônica e multifatorial, está entre as principais causas de várias comorbidades, como diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares, vários tipos de câncer, síndrome de hipoventilação e outros problemas respiratórios. Essas comorbidades, por sua vez, aumentam o risco de agravamento do quadro em pacientes contaminados pelo novo Coronavírus.




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